Seu sorriso desconcerta, arrepia,
Cada momento congela minha alegria.
Me sinto flutuar na nostalgia,
Sintonia e paixão me contagiam.
É como se o mundo inteiro se calasse para ouvir as batidas do seu coração ecoando nessa canção
e a melodia mais linda conseguisse transformar nossas noites de inverno no mais lindo verão.
Quero sentir seu cheiro, em meu travesseiro,
Tocar minha balada embalada por você,
Quero sentir seus beijos, despertar desejos,
Fazer de todas as suas noites, amor e prazer.
É como se o mundo inteiro se calasse para ouvir as batidas do seu coração ecoando nessa canção
e a melodia mais linda conseguisse transformar nossas noites de inverno no mais lindo verão.
Entre conflitos e mitos, quis buscar e mistificar idéias e ideais, consegui juntar fragmentos de uma vida, tentei eternizar, porém sem desvendar os mistérios que a rondam. Coloquei em papéis e telas, para que poucos pudessem entender. Mas o que vocês estão prestes a ler, escrevi para alguém... então comentem, mesmo que não seja o alguém a quem me refiro. E esse certo alguém, pode estar certo que tudo está eternizado, mesmo que seja aqui, num pequeno relicário em meio a tantas idéias...
quinta-feira, 5 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Agora somos nós
Mansa...
A paixão não mais turbulenta como antes,
Ela queima, faz brilhar o olhar, mas já não sofre.
Ela emociona, traz o sentimento, mas já não amedronta.
Nos conectamos, sem medo de cair, de se entregar,
Deixamos de lado os passados e segredos,
Nos embriagamos de nós,
Transformamos os pensamentos e planos em um só.
Quero te ver, te ter, roubar você do mundo,
Te levar para a lua que criamos,
Nosso céu de estrelas que liga você a mim.
Impossível agora é viver sem.
Minha poesia já não é de uma pessoa só,
Agora somos nós, com nossas cores,
Nossos beijos conectam nossos corpos e almas,
Com cheiros, carinhos, aconchegos.
E como é mágico encontrar o espelho da alma,
É um ímã sem volta, um rio que corre para o mar.
Se estamos sonhando, acordar não faz parte dos planos,
De mãos dadas caminhamos para o caminho cheio de flores,
Cujo destino já não pode ser outro,senão amar.
A paixão não mais turbulenta como antes,
Ela queima, faz brilhar o olhar, mas já não sofre.
Ela emociona, traz o sentimento, mas já não amedronta.
Nos conectamos, sem medo de cair, de se entregar,
Deixamos de lado os passados e segredos,
Nos embriagamos de nós,
Transformamos os pensamentos e planos em um só.
Quero te ver, te ter, roubar você do mundo,
Te levar para a lua que criamos,
Nosso céu de estrelas que liga você a mim.
Impossível agora é viver sem.
Minha poesia já não é de uma pessoa só,
Agora somos nós, com nossas cores,
Nossos beijos conectam nossos corpos e almas,
Com cheiros, carinhos, aconchegos.
E como é mágico encontrar o espelho da alma,
É um ímã sem volta, um rio que corre para o mar.
Se estamos sonhando, acordar não faz parte dos planos,
De mãos dadas caminhamos para o caminho cheio de flores,
Cujo destino já não pode ser outro,senão amar.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Illuminata della luna
É como se me olhasse,
Tremia-me as pernas,
Como se arrancasse de dentro de mim aquela,
Que um dia achei que não mais viveria.
Sem palavras, as vezes,
Me tomava o medo, como era de costume na mocidade,
Ao mesmo tempo, é como se eu pudesse te olhar,
E tirar de vc a dor que até então sentira.
Fomos nos descobrindo, mesmo que distantes,
De forma assustadora e insinuante.
O universo conspirando para que esse momento chegasse,
De forma sutil, na hora certa de chegar.
Senti novamente a fome de inspiração,
Daquelas que só renasce quando se esbarra em sua musa,
Que chega displicente, de soslaio,
Para decifrar minhas entrelinhas, para desafiar.
Sinto minha Ilha de Solidão ser habitada,
Não sei se é certo, mas quero mais.
Quero descobrir o que minha imaginação já sabe,
Me arriscar um pouco mais.
É como mágica, antes não era,
Agora não quer deixar de ser.
Não consigo negar, estou a espera,
Para ver esse momento chegar,
Olhar, tocar, acontecer...
Nyhana.
Tremia-me as pernas,
Como se arrancasse de dentro de mim aquela,
Que um dia achei que não mais viveria.
Sem palavras, as vezes,
Me tomava o medo, como era de costume na mocidade,
Ao mesmo tempo, é como se eu pudesse te olhar,
E tirar de vc a dor que até então sentira.
Fomos nos descobrindo, mesmo que distantes,
De forma assustadora e insinuante.
O universo conspirando para que esse momento chegasse,
De forma sutil, na hora certa de chegar.
Senti novamente a fome de inspiração,
Daquelas que só renasce quando se esbarra em sua musa,
Que chega displicente, de soslaio,
Para decifrar minhas entrelinhas, para desafiar.
Sinto minha Ilha de Solidão ser habitada,
Não sei se é certo, mas quero mais.
Quero descobrir o que minha imaginação já sabe,
Me arriscar um pouco mais.
É como mágica, antes não era,
Agora não quer deixar de ser.
Não consigo negar, estou a espera,
Para ver esse momento chegar,
Olhar, tocar, acontecer...
Nyhana.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Ainda
Enquanto eu dormia, você foi embora...
Me deixou, em meu sono profundo, cheia de pesadelos e medos...
Então esperei, achando que um dia você voltaria,
Me acordaria da profunda solidão que deixaste, quando foi embora...
E percebi que me enganei, pensei que me salvaria por me amar...
Mas além de não me salvar dos tormentos, me afundaste ainda mais...
Então me vi sozinha, ou melhor, acompanhada, apenas eu e minha solidão...
Deixaste um vazio tão grande, mas tão grande, que fiquei com medo
De sangrar meu amor até a morte...
Perdi meus sentidos, fiquei em desalinho,
Como eu podia guardar nesse meu coração tanto amor, tanto pavor...?
Fiquei entorpecida, pela droga mais devastadora do mundo...a paixão...
Um sentimento tão covarde, que não tem coragem nem de matar,
Só tem espaço para amar.
Sem saber o que fazer, achei que “isso” (o amor), era como uma lembrança,
Como um alimento, que se podia guardar em um recipiente fechado e deixar no canto da despensa...
Ledo engano, não se domina um sentimento assim, Ele é como um cavalo selvagem,
Tem vida própria, sem que possamos perceber, ganha corpo e revela como somos na essência,
Estou com medo de ser eu, com medo de não ter capacidade de deixar te amar...
O que será de mim?
Serei consumida pelo amor que sinto?
Serei redimida?
Terei a capacidade de amar novamente?
Posso te perdoar, ou mesmo me perdoar?
A única coisa absoluta que sei...
Ainda não deixei de te amar...
Nyhana
Me deixou, em meu sono profundo, cheia de pesadelos e medos...
Então esperei, achando que um dia você voltaria,
Me acordaria da profunda solidão que deixaste, quando foi embora...
E percebi que me enganei, pensei que me salvaria por me amar...
Mas além de não me salvar dos tormentos, me afundaste ainda mais...
Então me vi sozinha, ou melhor, acompanhada, apenas eu e minha solidão...
Deixaste um vazio tão grande, mas tão grande, que fiquei com medo
De sangrar meu amor até a morte...
Perdi meus sentidos, fiquei em desalinho,
Como eu podia guardar nesse meu coração tanto amor, tanto pavor...?
Fiquei entorpecida, pela droga mais devastadora do mundo...a paixão...
Um sentimento tão covarde, que não tem coragem nem de matar,
Só tem espaço para amar.
Sem saber o que fazer, achei que “isso” (o amor), era como uma lembrança,
Como um alimento, que se podia guardar em um recipiente fechado e deixar no canto da despensa...
Ledo engano, não se domina um sentimento assim, Ele é como um cavalo selvagem,
Tem vida própria, sem que possamos perceber, ganha corpo e revela como somos na essência,
Estou com medo de ser eu, com medo de não ter capacidade de deixar te amar...
O que será de mim?
Serei consumida pelo amor que sinto?
Serei redimida?
Terei a capacidade de amar novamente?
Posso te perdoar, ou mesmo me perdoar?
A única coisa absoluta que sei...
Ainda não deixei de te amar...
Nyhana
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Estações
Tenho uma palavra para nós: “atravessar”,
Porque então não juntamos nosso sofrimento,
Já que estamos no inverno e precisamos nos aquecer?
Podemos juntar nossas estações e criar nosso verão.
Amamos demais, doamos demais,
Como um rio, fluímos para um Mar deserto e frio.
E então sofremos demais, morremos um pouquinho a cada dia.
Criamos uma imensa ilha, de tristeza e solidão.
E agora, que nossos caminhos se encontraram?
Talvez seja o sol, nos dizendo que se juntarmos nossos invernos,
Podemos fazer um lindo verão,
Cheio de vida e calor, “atravessando” mais esta estação.
Nyhana Policarpo Farina
Porque então não juntamos nosso sofrimento,
Já que estamos no inverno e precisamos nos aquecer?
Podemos juntar nossas estações e criar nosso verão.
Amamos demais, doamos demais,
Como um rio, fluímos para um Mar deserto e frio.
E então sofremos demais, morremos um pouquinho a cada dia.
Criamos uma imensa ilha, de tristeza e solidão.
E agora, que nossos caminhos se encontraram?
Talvez seja o sol, nos dizendo que se juntarmos nossos invernos,
Podemos fazer um lindo verão,
Cheio de vida e calor, “atravessando” mais esta estação.
Nyhana Policarpo Farina
sábado, 6 de agosto de 2011
Nas coisas mais simples
O que a vida me ensinou? Se não consigo e já não quero andar sozinha,
Se persigo e insisto no sonho de ser feliz.
Mesmo que o Universo não concorde com as minhas palavras estranhas,
Quando no cair da noite, percebo os sons silenciosos da cidade a se ascender,
Se esfria meu peito, a falta do amor, se me aquece a solidão.
Já não me consolam os amores de momento, o calor dos corpos que se aquecem por se aproximar.
O que fazer se já não me vejo em nenhum olhar?
Se quero mais da vida, se quero os olhos a brilhar,
Se quero devorar, tocar, sentir, amar...
Todos os verbos passeiam em minha cabeça, e não me deixam dormir,
Querem se expressar, sair do coração e saltar.
Se pudesse escolher do mundo qualquer dádiva, escolheria a mais simples....
Que do amor tivesse o mais lindo presente,
Que você pudesse me amar.
Se persigo e insisto no sonho de ser feliz.
Mesmo que o Universo não concorde com as minhas palavras estranhas,
Quando no cair da noite, percebo os sons silenciosos da cidade a se ascender,
Se esfria meu peito, a falta do amor, se me aquece a solidão.
Já não me consolam os amores de momento, o calor dos corpos que se aquecem por se aproximar.
O que fazer se já não me vejo em nenhum olhar?
Se quero mais da vida, se quero os olhos a brilhar,
Se quero devorar, tocar, sentir, amar...
Todos os verbos passeiam em minha cabeça, e não me deixam dormir,
Querem se expressar, sair do coração e saltar.
Se pudesse escolher do mundo qualquer dádiva, escolheria a mais simples....
Que do amor tivesse o mais lindo presente,
Que você pudesse me amar.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Nada mais
Estou mudando, me sinto selvagem,
Prestes a enlouquecer...
Tenho lembranças, de quando meu coração
Estava cheio de amor.
Sem lugar, meus instintos já não podem calar.
Já não consigo mais,
Tenho que gritar,
Mostrar o que está dentro de mim.
Amor, revolta, raiva, ressentimento, arrependimento...
Não consigo esquecer,
Nem tampouco me agredir.
Queria voltar o tempo,
Resgatar em mim aquela que fui,
E que já não existe mais.
Essa ficou nas doces lembranças,
De uma mulher que erra,
Humana e arrependida,
Tenta apagar aqueles tempos,
Que inesquecíveis,
Não voltam mais...
Nyhana Policarpo
Prestes a enlouquecer...
Tenho lembranças, de quando meu coração
Estava cheio de amor.
Sem lugar, meus instintos já não podem calar.
Já não consigo mais,
Tenho que gritar,
Mostrar o que está dentro de mim.
Amor, revolta, raiva, ressentimento, arrependimento...
Não consigo esquecer,
Nem tampouco me agredir.
Queria voltar o tempo,
Resgatar em mim aquela que fui,
E que já não existe mais.
Essa ficou nas doces lembranças,
De uma mulher que erra,
Humana e arrependida,
Tenta apagar aqueles tempos,
Que inesquecíveis,
Não voltam mais...
Nyhana Policarpo
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