Engraçado como é o sentimento das pessoas,
Como é estranho ver as pessoas mudarem,
É um eterno "Se não" que eu não compreendo,
Como se ama e como se desiste do amor com tanta facilidade.
Se não fosse seu ciúme, eu continuaria te amando...
Mas você me amou mesmo eu sendo ciumenta.
Se não fosse o seu jeito, eu continuaria te amando...
Mas você me amou mesmo eu sendo assim, do meu jeito.
Amor é um dom gratuito, não se vai assim com qualquer vento,
Não gosto que pareça um favor me amar.
Eu respeito, sou fiel, amo, dou carinho, cuido, sou companheira,
Se é um favor me amar, é porque não me ama.
Uma pequena atitude não pode fazer sentir vontade de trair,
E se sente essa vontade, é porque não tem preparo,
Para uma vida a dois, para o que vem depois.
Amar é ter paciência, é saber contornar as crises.
Senão, não é amor.
Entre conflitos e mitos, quis buscar e mistificar idéias e ideais, consegui juntar fragmentos de uma vida, tentei eternizar, porém sem desvendar os mistérios que a rondam. Coloquei em papéis e telas, para que poucos pudessem entender. Mas o que vocês estão prestes a ler, escrevi para alguém... então comentem, mesmo que não seja o alguém a quem me refiro. E esse certo alguém, pode estar certo que tudo está eternizado, mesmo que seja aqui, num pequeno relicário em meio a tantas idéias...
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Passarinho
Todos os dias minha inspiração lhe visita e tira para dançar,
Lhe beija os sentimentos, lhe acaricia sem pensar,
Meu olhar encontra no seu, aconchego e lar,
Coloco meus pensamentos em seu ombro e deixo repousar.
Lhe fitando enquanto dorme, lhe percebo respirar,
Um leve sorriso que lhe salta à boca, me traz leveza.
A cada dia mais quero lhe cuidar, disso tenho certeza,
Sentir cada batida do coração, sorrir e sofrer ao seu lado.
Envelheço a cada dia, rejuvenesço ao te ver,
Em meus braços posso dar-lhe felicidade, paz.
Quero tocar-lhe cada detalhe da alma,
Moldar-me aos seus detalhes.
Sei que posso limpar-lhe cada gota de solidão,
Posso ser seu porto seguro, sua vida, seu chão.
Posso fazer-lhe rocha, mar de mansidão,
Seremos uma só carne, a união de todas em uma só emoção.
Sou-lhe lar também, posso também lhe aconchegar,
E bem sabe que pode repousar em meus ombros os seus pensamentos.
Também sabe que a cada ruga que lhe aparecer,
Olharei com carinho e amor para seu rosto,
Orgulhosa em lhe ter,
A mais feliz do mundo em ser sua mulher.
Lhe beija os sentimentos, lhe acaricia sem pensar,
Meu olhar encontra no seu, aconchego e lar,
Coloco meus pensamentos em seu ombro e deixo repousar.
Lhe fitando enquanto dorme, lhe percebo respirar,
Um leve sorriso que lhe salta à boca, me traz leveza.
A cada dia mais quero lhe cuidar, disso tenho certeza,
Sentir cada batida do coração, sorrir e sofrer ao seu lado.
Envelheço a cada dia, rejuvenesço ao te ver,
Em meus braços posso dar-lhe felicidade, paz.
Quero tocar-lhe cada detalhe da alma,
Moldar-me aos seus detalhes.
Sei que posso limpar-lhe cada gota de solidão,
Posso ser seu porto seguro, sua vida, seu chão.
Posso fazer-lhe rocha, mar de mansidão,
Seremos uma só carne, a união de todas em uma só emoção.
Sou-lhe lar também, posso também lhe aconchegar,
E bem sabe que pode repousar em meus ombros os seus pensamentos.
Também sabe que a cada ruga que lhe aparecer,
Olharei com carinho e amor para seu rosto,
Orgulhosa em lhe ter,
A mais feliz do mundo em ser sua mulher.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Só elas
Já dizia meu velho e bom mestre Cazuza,
"Só as mães são felizes".
Parece que é um elo que não se quebra,
Aliás, que só se quebra com a morte.
Isso me faz refletir sobre a eternidade,
Mesmo porque não somos eternos,
Na verdade temos vida limitada.
E acho que descobri alguns "por quê's".
É engraçado, crescemos e não conseguimos cortar os laços maternos,
Não conseguimos dizer "não",
Não conseguimos nem ao menos nos desvencilhar das mães,
É uma coisa meio "umbilical" da vida.
Elas acham que têm o domínio de nossas vidas,
E na verdade têm.
Conseguem nos desconcertar, nos tirar de nossos objetivos,
Conseguem irritar, sem se importar conosco.
Somos sua continuação, um pedacinho delas.
E por isso ninguém é eterno, eu descobri.
Porque esse elo precisa ser quebrado,
E o ciclo continua, porque nos tornamos mães também.
E aí precisamos envelhecer também, e morrer,
Porque esse elo precisa ser quebrado.
Deve ser difícil mesmo ver os filhos tomarem seu caminho sozinhos,
Sem nem ouvir sua opinião, "como é possível isso?".
Talvez se descobrirmos uma forma de cortar de vez esse cordão umbilical,
E se talvez conseguirmos dizer "não".
Talvez assim sejamos eternos,
Já que assim do jeito que é, como dizia meu mestre,
"Só as mães são felizes", literalmente.
"Só as mães são felizes".
Parece que é um elo que não se quebra,
Aliás, que só se quebra com a morte.
Isso me faz refletir sobre a eternidade,
Mesmo porque não somos eternos,
Na verdade temos vida limitada.
E acho que descobri alguns "por quê's".
É engraçado, crescemos e não conseguimos cortar os laços maternos,
Não conseguimos dizer "não",
Não conseguimos nem ao menos nos desvencilhar das mães,
É uma coisa meio "umbilical" da vida.
Elas acham que têm o domínio de nossas vidas,
E na verdade têm.
Conseguem nos desconcertar, nos tirar de nossos objetivos,
Conseguem irritar, sem se importar conosco.
Somos sua continuação, um pedacinho delas.
E por isso ninguém é eterno, eu descobri.
Porque esse elo precisa ser quebrado,
E o ciclo continua, porque nos tornamos mães também.
E aí precisamos envelhecer também, e morrer,
Porque esse elo precisa ser quebrado.
Deve ser difícil mesmo ver os filhos tomarem seu caminho sozinhos,
Sem nem ouvir sua opinião, "como é possível isso?".
Talvez se descobrirmos uma forma de cortar de vez esse cordão umbilical,
E se talvez conseguirmos dizer "não".
Talvez assim sejamos eternos,
Já que assim do jeito que é, como dizia meu mestre,
"Só as mães são felizes", literalmente.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
O que será
O que seria de mim sem te amar?
Seriedade e frieza, um poço dentro de mim,
Não teria sonhos, leveza,
Seria uma paródia irônica do fim.
O que seria de mim sem você?
Solidão e tristeza, ninguém a quem querer bem.
O vazio do quarto agonizante,
Onde mergulharia no mais profundo mar de escuridão.
Te amar me faz mais leve,
Cintilando a felicidade no rosto,
Fazendo a vida mais bonita,
Meus planos agora são seus, são do tamanho da imensidão.
É mais que sentimentos escritos,
Está no olhar, nos ciúmes, na paixão que lhe destino.
É mais que sentimentos ditos,
É dedicação, é olhar para o futuro e transformar dois em um só coração.
Você me transforma todos os dias,
Traz, de mim, o que há de melhor.
O que tenho de mais intenso dedico a você,
Não há como negar, só sei te querer.
Seriedade e frieza, um poço dentro de mim,
Não teria sonhos, leveza,
Seria uma paródia irônica do fim.
O que seria de mim sem você?
Solidão e tristeza, ninguém a quem querer bem.
O vazio do quarto agonizante,
Onde mergulharia no mais profundo mar de escuridão.
Te amar me faz mais leve,
Cintilando a felicidade no rosto,
Fazendo a vida mais bonita,
Meus planos agora são seus, são do tamanho da imensidão.
É mais que sentimentos escritos,
Está no olhar, nos ciúmes, na paixão que lhe destino.
É mais que sentimentos ditos,
É dedicação, é olhar para o futuro e transformar dois em um só coração.
Você me transforma todos os dias,
Traz, de mim, o que há de melhor.
O que tenho de mais intenso dedico a você,
Não há como negar, só sei te querer.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
A dança do amor
Se o amor soubesse sobre a vida dos mortais,
Talvez ardesse menos, ou doeria menos,
Não seria tão forte e visceral,
Talvez menos intenso, menos fatal.
Se os mortais soubessem sobre a força do amor,
Talvez tivessem mais fé, fossem mais felizes,
Não seriam tão medrosos,
Talvez mais humanos, menos covardes.
Mas a vida trata de juntar o amor aos mortais,
Talvez para que se ensinem,
Para que façam o outro aprender a importância do equilíbrio,
Para que o amor faça os mortais serem mais gentis,
Para que os mortais façam o amor aquietar, sublimar.
E não há como não se render a Ele, mais forte que um mar revolto,
Mais intenso que o Sol, contagioso, viciante,
Impregna nossa alma, juntando duas vidas em uma.
Dessa forma também vemos quem amamos.
E é ainda mais intenso quando te vejo,
Quase posso te tocar com os olhos,
O tempo parece correr,
Tamanho prazer é estar com você.
Nunca gosto de te deixar,
Faz parte da minha vida,
Em minha natureza mortal,
Você é o amor, a beleza, de Deus, o mais maravilhoso sinal.
Talvez ardesse menos, ou doeria menos,
Não seria tão forte e visceral,
Talvez menos intenso, menos fatal.
Se os mortais soubessem sobre a força do amor,
Talvez tivessem mais fé, fossem mais felizes,
Não seriam tão medrosos,
Talvez mais humanos, menos covardes.
Mas a vida trata de juntar o amor aos mortais,
Talvez para que se ensinem,
Para que façam o outro aprender a importância do equilíbrio,
Para que o amor faça os mortais serem mais gentis,
Para que os mortais façam o amor aquietar, sublimar.
E não há como não se render a Ele, mais forte que um mar revolto,
Mais intenso que o Sol, contagioso, viciante,
Impregna nossa alma, juntando duas vidas em uma.
Dessa forma também vemos quem amamos.
E é ainda mais intenso quando te vejo,
Quase posso te tocar com os olhos,
O tempo parece correr,
Tamanho prazer é estar com você.
Nunca gosto de te deixar,
Faz parte da minha vida,
Em minha natureza mortal,
Você é o amor, a beleza, de Deus, o mais maravilhoso sinal.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Primeiros olhares
Antes, sua voz,
Tão doce e meiga, ansiosa por amar.
Me acalmava, mas era um prenúncio
De que minha vida iria mudar.
As horas se desenrolavam calmas,
Encotrava ali o meu refúgio.
Nunca antes me senti assim,
Acalentada, tão apaixonada por nosso amor.
E quando nos entreolhamos, fiquei espantada,
Pensei não ser verdade a perfeição daquele momento.
Fosse talvez uma brincadeira do destino,
Você, repentinamente cruzando meu caminho.
E quando nos beijamos, deixamos acontecer,
Ouvi os tais sinos do amor,
Sonhei meus sonhos mais lindos, com você.
Perdi a respiração por um instante,
Me arrepiei, te senti tão perto,
Vi seu brilho no olhar aparecer.
E mesmo agora, depois da mágica,
Ainda me pego te olhando,
Fitando seus sinais, encantada de amor,
Sentindo cada toque e me lembrando,
De como nossos primeiros olhares
Se tornaram olhares eternos,
Olhares sublimes de amor.
Tão doce e meiga, ansiosa por amar.
Me acalmava, mas era um prenúncio
De que minha vida iria mudar.
As horas se desenrolavam calmas,
Encotrava ali o meu refúgio.
Nunca antes me senti assim,
Acalentada, tão apaixonada por nosso amor.
E quando nos entreolhamos, fiquei espantada,
Pensei não ser verdade a perfeição daquele momento.
Fosse talvez uma brincadeira do destino,
Você, repentinamente cruzando meu caminho.
E quando nos beijamos, deixamos acontecer,
Ouvi os tais sinos do amor,
Sonhei meus sonhos mais lindos, com você.
Perdi a respiração por um instante,
Me arrepiei, te senti tão perto,
Vi seu brilho no olhar aparecer.
E mesmo agora, depois da mágica,
Ainda me pego te olhando,
Fitando seus sinais, encantada de amor,
Sentindo cada toque e me lembrando,
De como nossos primeiros olhares
Se tornaram olhares eternos,
Olhares sublimes de amor.
Nossos dias primeiros
Tudo mudou, como mágica divina,
Foi-se embora minha neblima,
Entraste em meu caminho,
Viraste minha poesia.
Meus primeiros dias já não são meus,
Estás em todos os minutos,
Em todas as flores,
Estás no brilho do meu olhar.
Quero confessar meu amor,
Declará-lo por ti.
O céu está mais azul,
O mundo respira eu e você.
Todos os dias se tornaram nossos,
Em tudo enxergo você,
Tudo que vejo, quero lhe mostrar, compartilhar.
E os nossos dias primeiros,
Para sempre ao seu lado comemorar.
Foi-se embora minha neblima,
Entraste em meu caminho,
Viraste minha poesia.
Meus primeiros dias já não são meus,
Estás em todos os minutos,
Em todas as flores,
Estás no brilho do meu olhar.
Quero confessar meu amor,
Declará-lo por ti.
O céu está mais azul,
O mundo respira eu e você.
Todos os dias se tornaram nossos,
Em tudo enxergo você,
Tudo que vejo, quero lhe mostrar, compartilhar.
E os nossos dias primeiros,
Para sempre ao seu lado comemorar.
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